quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

De braços abertos



Aos amigos, aos parentes, aos ausentes, aos distantes, aos mais chegados.


Aos que passaram, aos que passarão, aos que vieram e sempre voltarão, aos que nunca se vão.


Aos sonhos, a felicidade, a esperança, ao amor:




FELIZ


terça-feira, 22 de dezembro de 2009

A cama

Eu comprei uma cama nas Lojas Guido três meses atrás (eu já contei isso? Acho que não...).
A cama foi entregue quando eu não estava em casa. Quando eu deitei, percebi que estava quebrada. Duas semanas de negociação (a DdB, porque eu dou uma de Seu Merda e não tenho paciência) e a cama foi trocada por outra... também quebrada. Mais um mês de negociação e (agora) briga.
Finalmente a Guido e eu (digo, ELA) chegamos (chegaram) a um acordo e a loja me deu uma carta de crédito pra eu trocar pelo produto que eu quisesse.
Dessa vez eu fiz um bom negócio e troquei a cama por outra maravilhosa, superconfortável, com altura suficiente pra causar um traumatismo craniano, caso eu invente de cair dela.
Dessa vez, a cama foi testada, re-testada e aprovada.
Resiste a movimentos de rotações variadas, não faz barulho, não solta as tiras e nem tem cheiro.
Agora só falta dormir...

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Betão News

Quero me mudar pra Passárgada. Lá eu sou amigo do rei. Melhor, lá eu sou amigo da RAINHA.
Vossa Majestade, em questão, é a Dona do Baú. O Reino, WORDPRESS.
Embora eu goste muito do blogger, ele é extremamente limitado, se comparado ao Word (é horrível falar mal do sujeito na própria casa dele, mas a verdade é “como o manto de Cristo: sem costura”, já diria D. Cidinha.
Só tenho que arrumar tempo, disposição e paciência pra aprender a transferir toda a minha bagagem e decorar a nova casa.
Talvez eu faça isso nesse final de semana.
Se eu o fizer, deixarei carta de despedida e novo endereço.
***

Meu amigo magro achou o meu texto sobre o cancelamento do evento anual no Jandira’s Cinemax “chato, deselegante e desnecessário”.
Vim aqui reler.
Sinceramente, não achei o texto chato.
Se alguém achou e se sentiu ofendido, pardon, não foi a minha intenção.
Talvez, no dia que escrevi, eu realmente estivesse um tanto “chato”, e isso acabou refletindo no texto, mas tudo o que eu quis dizer foi: gennnte, não rola, tá ligado? Dinheiro cabô e eu tô cansado paca, morô? Vai ficar pro ano que vem, sacô?
***

Eu esqueci de contar que a história do recesso, aqui na empresa tão tão distante do mundo real (mas pertinho do Biu Shopping, o Tabuleiro em festa), mixou.
Vamos todos trabalhar normalmente até o final do ano.
No final das contas, foi vantajoso pra todo mundo. Porque, além de recebermos integralmente o salário do mês, essas próximas duas semanas serão como carnavais fora de época. Só trabalharemos até a quarta dessa e da próxima semana. Quinta, sexta, sábado e domingo, das duas semanas, cada um aproveita do jeito que achar melhor. O melhor jeito, pra mim, seria fazendo treinamentos acrobáticos na categoria DUPLA, mas como minha equipe estará desfalcada, nesse período, vou preparar a minha mudança pro Word, passar natal na casa de D. Cidinha, ir à praia, dar um trato no visual, visitar Boca City, arrumar meu closet, fazer (mais) compras, encher a cara e fazer alguns esquentes na desinteressante categoria SOLO, enquanto minha equipe na retorna pra concentração.
Reveillon, Aracaju. U-huuuuuuuuuuu!! Assistir Simone e Jorgão Aragão... Ô!
***

Meu fiel seguidor e incentivador primeiro desta página está dodói.
Owhunnnnnn.
Rony, fique logo bom.
O fabricante do Johnny Walker e eu temos sentido a sua ausência...

Retrospectiva 2009

Como dezembro é o mês de fazer o balanço anual e projetar o ano seguinte, não quero ficar de fora dessa tradição e aqui vai a minha retrospectiva. Fala Chapelin:

- Eu comecei o ano sem muitas expectativas de vida. Meu trabalho andava uma merda, minha vida sentimental um cocô de louro e minha vida financeira mais bagunçada que o meu quarto. Nada disso mudou até o meio do ano, quando eu decidi chutar o balde e expremer o ovo do touro: pedi demissão e esperei pra ver a banda passar. Mas como eu sou impaciente e metido a "tocador", antes da banda passar e antes mesmo de terminar o meu aviso prévio, eu já tinha arrumado um novo trabalho. Com o dinheiro da minha rescisão, consegui arrumar a minha vida financeira, mas me sobrava muito pouco tempo pra aproveitar a nova (boa) fase. Depois de quatro meses trabalhando de domingo a domingo até altas horas da noite, com pouquíssimas folgas nesse período, nova mudança: novo setor, nova função, novo horário, menos trabalho, menos dinheiro, consequentemente, mas com a compensação de mais tempo livre pra aproveitar a vida, pra descansar, pra namorar, quem sabe...

- Resolvi dar nova cara ao Jandira’s. Começamos a projetar o meu quarto, e logo estávamos mexendo no apartamento inteiro. Ainda não ficou totalmente pronto, mas falta pouco, e falta dinheir pra o pouco que falta. Agora é hora de viajar e "after all... tomorrow is another day".

- Nesse mesmo período, como que uma sinfonia de acontecimentos orquestrada pelo destino, problemas de saúde na família. Mamãe e Papai doentes, praticamente ao mesmo tempo. Susto, medo, tristeza, preocupação, zelo, aproximação, união, um misto interminável de sentimentos e uma odisséia de mais 40 dias entre hospitais, bagunça em casa, correria no trabalho e estresse elevado.

- Em meio a todo esse tumulto, a força silenciosa e a presença constante de alguém que "me faz querer ser uma pessoa melhor", alguém que ao acaso apareceu na minha vida e que espero que permaneça por muito, muito tempo. Também no epicentro do furacão, os ombros dos amigos, a mão sempre estendida daqueles que mais tem o meu apreço e respeito, e a restauração da fé, da crença de que tudo se resolveria, mesmo que todas as coisas não voltassem mais ao seu lugar de origem, mas que se posicionariam num lugar melhor. E assim se fez.

Há muitos anos eu não fazia planos “pro ano que vem”. Mas agora eu tô fazendo. E não são planos mirabolantes que me farão passar por grandes sacrifícios. São planos simples, de retribuição por todas as oportunidades que a vida sempre me deu e continua me dando. São pequenos gestos que podem fazer grande diferença aos que me cercam, aos que me tem afeto, aos que eu considero e, principalmente, a mim mesmo.
FELIZ

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Orkut out

Hoje eu acordei com a necessidade de abandonar um vício.
Sobrou pro Orkut.
Ele não estava me fazendo tanto mal quanto pode fazer o cigarro, o álcool, mas nos últimos tempos vinha me deixando com a incômoda sensação “démodé”.
A graça do Orkut era bisbilhotar a vida das pessoas (deixou de ser quando bloquearam as fotos, as mensagens), era reencontrar antigos amigos (deixou de ser quando descobrimos que a maioria envelheceu, engordou e se tornou chata pra cacete), era trocar mensagens o dia inteiro com os melhores e mais inteligentes amigos (as empresas bloquearam o acesso e ninguém pôde mais usá-lo), era paquerar (eu já tirei meu prêmio)... Hoje, me frustro em abrir a porra do Orkut todos os dias e não encontrar mensagem alguma.
Comecei a me afastar dele bloqueando as atualizações. Depois passei a não acessá-lo nos finais de semana. Hoje, definitivamente, abandonei-o sem maiores despedidas, fechando a porta atrás de mim sem um pingo de ressentimento.
Se eu vou sentir falta de alguma coisa? Não sei, ainda. É provável que não. É possível que sim...
Por enquanto, o Orkut me é tão imprescindível quanto saber a cor dos olhos do bebê Gisele.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

HOme HOme HOme

Atenção, interessados.
Esse ano, não vamos fazer festa no Jandira’s Movie Room.
Ohwnnnnnnnnnnn! Eu sei, eu sei... a confraternização anual do Jantira’s já virou tradição, mas esse ano NÃO! Tudo o que os moradores do estabelecimento precisam, depois de 40 dias de bagunça, desgaste e fome é de paz, sossego e silêncio. Tudo bem, depois das últimas aquisições (ho, ho,ho) silêncio é o que menos importa.
Depois, o imóvel ficou tecnicamente menor. Já não cabia muita gente (e ainda assim a gente batia a bucha), agora cabe menos ainda. Fazer um evento pra alguns e deixar os outros de fora, rola queixa, e daquelas brabas, das de tirar a pessoa do Orkut.
Por tudo isso, decidimos, DdB and me, que o Jandira’s Monoplex não abrirá suas portas nesse final de ano para esse evento.
Claro, isso não quer dizer que estaremos de portas cerradas e não receberemos a visita dos amigos que lá quiserem aparecer... absolutamente, não. Desde que avise com antecedência e confirme sua presença, estaremos de braços abertos pra receber todos (um por um ou par em par, apenas).
Só não apareça de surpresa, por favor, porque a gente é de apagar a luz e fingir que não tem ninguém em casa, ora.

Reticências

Eu vim dar uma olhada pra ver se ainda podia acessar essa página...
Coitada, passa tanto tempo abandonada que penso que o Blogger vai me expulsar a qualquer instante.
É que ando meio relaxado. E também sem assunto.
Acho chato escrever apenas sobre mim, meu trabalho, meu amigos e a minha vidinha classe média suburbana metida à besta. Por isso passo tanto tempo “mudo”.
De vez em quando dou uma voltinha pela net pra ver se acho algo interessante pra analisar, pra comentar... NADA me chama a atenção. Nenhum assunto tem-me feito querer perder meu escasso tempo pra escrever sobre ele.
Então cá estou mais uma vez falando de mim e escrevendo sobre a minha vidinha suburbana classe média de nariz empinado e tez privilegiada.
Ai, ai... que TÉDIO!